urnas

Importante refletirmos mais e mais sobre as URNAS ELETRÔNICAS. Isso é MUITO sério.

Por que a fiscalização de Urnas eletrônicas hoje pode ser verificada pela OAB e por partidos políticos?

Não deveriam ser órgãos especializados em Segurança?

 


NA TEORIA É TUDO MUITO LINDO E PERFEITO

“A Justiça Eleitoral, devido à sua política de transparência, permite e incentiva que o processo de votação eletrônico seja fiscalizado (formato PDF). Os interessados em fiscalizar a votação podem:

acompanhar o desenvolvimento dos sistemas;
assinar digitalmente os sistemas;
acompanhar a cerimônia de geração das mídias;
acompanhar a carga das urnas;
acompanhar a votação paralela;
fiscalizar a votação na seção;
recolher os boletins de urna impressos nas seções;
solicitar os arquivos disponibilizados pela Justiça Eleitoral.”


SOBRE A URNA ELETRÔNICA

“A urna eletrônica é um microcomputador de uso específico para eleições, com as seguintes características: resistente, de pequenas dimensões, leve, com autonomia de energia e com recursos de segurança.

Dois terminais compõem a urna eletrônica: o terminal do mesário, onde o eleitor é identificado e autorizado a votar (em alguns modelos de urna, onde é verificada a sua identidade por meio da biometria), e o terminal do eleitor, onde é registrado numericamente o voto.

O terminal do mesário possui um teclado numérico, onde é digitado o número do título de eleitor, e uma tela de cristal líquido, onde aparece o nome do eleitor, se ele pertence àquela seção eleitoral e se está apto a votar (formato PDF). Antes da habilitação, nas seções onde há identificação biométrica, o eleitor tem sua identidade validada pela urna. Desta forma, um eleitor não pode votar por outro.

A urna eletrônica (formato PDF) somente grava a indicação de que o eleitor já votou. Pelo embaralhamento interno e outros mecanismos de segurança, não há nenhuma possibilidade de se verificar em quais candidatos um eleitor votou, em respeito à Constituição Federal brasileira, que determina o sigilo do voto.

Três pequenos sinais visuais (LEDs) auxiliam o mesário, informando-o se o terminal está disponível para o eleitor, se já completou o voto e se a urna eletrônica está funcionando ligada à corrente elétrica ou à bateria interna.

Já o terminal do eleitor possui teclado numérico, usado para registrar o voto, e uma tela de cristal líquido, onde aparecem as mensagens que orientam o eleitor para o registro de seu voto.

Caso ocorra algum problema com a urna eletrônica durante a votação, serão adotados procedimentos de contingência para saná-lo.

Acesse a publicação Urna Eletrônica: 20 Anos a favor da democracia (formato PDF), com informações a respeito da urna.”


SOBRE SEGURANÇA DA BENDITA URNA ELETRÔNICA

O processo eletrônico de votação possui mecanismos imprescindíveis para assegurar sua segurança: a assinatura digital e o resumo digital.

A assinatura digital é uma técnica criptográfica usada para garantir que um conteúdo, no caso um arquivo digital, possa ser verificado principalmente no que se refere à sua integridade, isto é, busca garantir que o programa de computador não foi modificado de forma intencional ou não perdeu suas características originais por falha na gravação ou leitura. Isso significa que se a assinatura digital for válida, o arquivo não foi modificado.

A assinatura digital também é utilizada para assegurar a autenticidade do programa, ou seja, confirmar que o programa tem origem oficial e foi gerado pelo Tribunal Superior Eleitoral. Nesse caso, somente quem assinou digitalmente pode ter gerado aquela assinatura digital.

Já o resumo digital, também chamado de resumo criptográfico ou hash, é uma técnica criptográfica que se assemelha a um dígito verificador. Dado um arquivo digital, pode-se calcular o resumo digital desse arquivo com um algoritmo público (método matemático conhecido por todos). No caso dos sistemas de urna, são calculados os hashs de todos os arquivos e esses resumos são publicados no portal do TSE.

Segurança em camadas

A segurança do sistema eletrônico de votação (formato PDF) é feita em camadas. Por meio de dispositivos de segurança de tipos e com finalidades diferentes, são criadas diversas barreiras que, em conjunto, não permitem que o sistema seja violado. Em resumo, qualquer ataque ao sistema causa um efeito dominó e a urna eletrônica trava, não sendo possível gerar resultados válidos.


Ricardo Garcia – #RG30
Voluntário NOVO
http://www.ricardogarcia.saobernardo.br

Posted by:Ricardo Garcia

Cidadão São Bernardense, Empreendedor, Empresário.