Juíza acusada de ajudar PCC, mantém super salários de assessores de Orlando.

A juíza Ida Inês Del Cid que em 2007 era da comarca de Mauá e foi acusada de ajudar membros da facção criminosa , chegou até a ser afastada na época.

Segundo jornal, o envolvimento de duas juízas com pessoas apontadas como integrantes do PCC começou a ser investigado quando um empresário chamado Prado comprou, no fim de 2005, uma casa de R$ 600 mil de Gildásio Siqueira Santos, também acusado de colaborar com a facção criminosa.

Após a conclusão do negócio, Santos entrou na Justiça e alegou não ter recebido integralmente o valor do imóvel. Prado, por sua vez, afirma ter feito, a pedido de Santos, parte dos pagamentos em contas de terceiros indicados por ele.


Coube a magistrada, Maria Eugênia Pires julgar a causa. Ela deu ganho a Santos, que conseguiu ficar com o imóvel. Prado alega que a juíza não apreciou as comprovações de que quitou o imóvel.


Revoltado com o que classifica como golpe, Prado investigou Santos e descobriu a rede de postos. As informações dele acabaram na polícia e vários telefones foram grampeados.


Nos grampos para rastrear Santos, a polícia flagrou conversas de Sidnei Garcia com Ida Inês.

Grampos

Garcia tratava Ida Inês como “My Love” e ela devolvia: “palhaço”, “trouxa” e “amore”. Em outra gravação, a juíza diz a Garcia: “Ei…Eu podia estar matando, roubando, me prostituindo. Estou me arrumando”.
Embora atuasse em Mauá, a juíza concedeu, num plantão que fazia em Santo André, liberdade a um homem preso em flagrante por porte ilegal de arma. O acusado seria segurança na loja de carros de Garcia.

Ações em São Bernardo do Campo

A pedido de Orlando Morando, a juíza que foi a mesma que proibiu o show de Caetano Veloso na época da invasão de um terreno próximo a SCANIA , que foi rapidamente acatada, também já foi denunciada no Conselho Nacional de Justiça pelo Advogado Carlos Alexandre Klomfahs, segundo o advogado aponta ” parcialidade da  magistrada em favor da municipalidade em inúmeros processos, já que sempre invocava extremo rigor no cumprimento das regras processuais, em detrimento do direito material. Cita como exemplo o Processo n. 1033063-63.2017.8.26.0564 e solicita “a instauração de sindicância para esclarecer se havia alguma irregularidade para além do referido processo, notadamente algum ato de corrupção passiva, advocacia administrativa, concussão, etc. e verificar ‘se a quantidade de casos a favor da Fazenda Pública advém de algum outro acerto de vantagens a magistrados’”.

O advogado foi levado para a Delegacia após cobrar a atuação da GCM, no Parque Pista de Skate, quanto a pessoas fumando em local proibido.

Recentemente a advogada Silmara Cristiane da Silva Pompollo, ajuizou ação popular para barrar os super salários, ela nota que o desenrolar do processo se deu de forma estranha e suspeita de retardamento do processo de forma deliberada.

Recentemente a Juíza extinguiu o processo sem resolução do mérito, ou seja, quando o juiz sequer decide o conteúdo da ação.

https://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0912200631.htm

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